Cirurgia de Esôfago em Goiânia
Tratamento cirúrgico do câncer de esôfago, da acalasia e dos divertículos, com esofagectomia minimamente invasiva quando indicada e planejamento em equipe com oncologia, nutrição e fisioterapia.
Tratamento de doenças do esôfago com estratégia cirúrgica segura e resultados consistentes.
Explicações claras e suporte contínuo ao paciente e família em todas as fases.
Videolaparoscopia quando indicada e recuperação assistida com equipe multiprofissional.
Sobre o especialista
Dr. Thiago Miranda Tredicci
Cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia, formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com especialização em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo.
Experiência em cirurgia esofágica com avaliação detalhada, planejamento individualizado e integração com equipe multidisciplinar.
Saiba mais sobre o atendimento do cirurgia do aparelho digestivo em Goiânia ou agende uma consulta com o consulta com gastroenterologista em Goiânia.
Veja também as lista completa de cirurgias realizadas em Goiânia.
Formação do Dr. Thiago Tredicci
Etapas do cuidado: do diagnóstico ao seguimento
Fluxo organizado para cirurgia de esôfago em Goiânia, com suporte em todas as fases.
Agendamento da consulta
Contato inicial para organizar avaliação clínica e exames prévios.
Consulta especializada
Investigação de sintomas, histórico e definição da estratégia diagnóstica.
Exames e estadiamento
Endoscopia, imagem e exames laboratoriais conforme cada caso.
Planejamento cirúrgico
Definição da técnica e da equipe para garantir segurança e melhores resultados.
Cirurgia de esôfago
Tratamento cirúrgico, incluindo esofagectomia quando indicada, conforme a doença e a extensão do acometimento.
Internação e recuperação
Cuidados hospitalares com equipe multiprofissional e controle de dor.
Alta com orientações
Plano de cuidados, dieta e retorno programado para segurança.
Acompanhamento contínuo
Seguimento cirúrgico e integração com outras especialidades quando necessário.
Quais doenças levam à cirurgia de esôfago
O esôfago é o tubo que leva o alimento da boca ao estômago. As doenças que exigem cirurgia nele são menos frequentes que as do estômago ou da vesícula, mas costumam ser sérias e pedem um cirurgião com experiência específica. A principal é o câncer de esôfago, que em Goiás está ligado ao tabagismo, ao álcool e ao refluxo crônico com esôfago de Barrett.
Outras indicações são a acalasia, doença em que o esfíncter inferior não relaxa e o alimento fica parado, causando dificuldade para engolir e regurgitação; os divertículos, como o de Zenker, que formam bolsas onde a comida se acumula; e as perfurações e estenoses graves, que não respondem à dilatação endoscópica.
Como é feita a esofagectomia e as demais técnicas
A esofagectomia é a retirada de parte ou de todo o esôfago, com reconstrução usando o próprio estômago, que é tubulizado e levado até o pescoço ou o tórax. É uma das cirurgias mais complexas do aparelho digestivo, porque envolve abdômen, tórax e, às vezes, pescoço. Sempre que possível, o Dr. Thiago realiza a técnica minimamente invasiva, por videolaparoscopia e videotoracoscopia, que reduz dor e complicações pulmonares.
Para a acalasia, a cirurgia é a miotomia de Heller por videolaparoscopia, em que o músculo do esfíncter é cortado para o alimento passar, associada a uma fundoplicatura parcial para evitar refluxo. Para os divertículos, a bolsa é ressecada e o músculo abaixo dela é seccionado.
No câncer, a maioria dos pacientes recebe quimioterapia e radioterapia antes da cirurgia, para reduzir o tumor. Esse planejamento é feito em conjunto com a oncologia, e o momento certo de operar, cerca de 6 a 8 semanas após o fim da radioterapia, faz diferença no resultado.
Preparo para a cirurgia de esôfago
O estadiamento do câncer usa endoscopia com biópsia, tomografia de tórax e abdômen, PET-CT e, em alguns casos, ecoendoscopia. Como muitos pacientes chegam desnutridos pela dificuldade de engolir, a avaliação nutricional é obrigatória, e pode ser necessária sonda ou suplementação antes da operação. Fisioterapia respiratória pré-operatória reduz pneumonia no pós.
Parar de fumar é condição, não recomendação: o tabaco aumenta muito o risco de fístula na reconstrução e de complicação pulmonar. A avaliação cardiológica e pulmonar completa a preparação.
Recuperação e acompanhamento após operar o esôfago
Após a esofagectomia, a internação é de 8 a 14 dias, com os primeiros em UTI. A alimentação começa por sonda e evolui para líquidos após confirmar, com exame contrastado, que a reconstrução está íntegra. A recuperação completa leva de 2 a 3 meses, com refeições menores e mais frequentes por um período.
As complicações mais relevantes são pneumonia, fístula da anastomose e rouquidão temporária. A equipe multiprofissional, com nutrição e fisioterapia, é parte do tratamento, não um complemento. Na miotomia de Heller, a recuperação é muito mais rápida: 1 a 2 dias de internação e dieta pastosa por 2 semanas.
O seguimento oncológico continua com tomografia periódica e consultas conjuntas com a oncologia. Para a acalasia, a endoscopia de controle é feita anualmente, porque a doença aumenta o risco de câncer a longo prazo.
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Dúvidas comuns sobre cirurgia de esôfago em Goiânia.
Câncer de esôfago tem cura com cirurgia?
Nos estágios iniciais e intermediários, a cirurgia associada a quimioterapia e radioterapia oferece chance real de cura. O resultado depende do estágio no diagnóstico, por isso disfagia progressiva em adulto deve ser investigada com endoscopia sem demora.
A cirurgia de esôfago pode ser por videolaparoscopia?
Sim. A esofagectomia minimamente invasiva combina videolaparoscopia no abdômen e videotoracoscopia no tórax. Reduz dor, tempo de UTI e complicação pulmonar em comparação com a cirurgia aberta, mantendo o mesmo resultado oncológico.
Como fica a alimentação sem parte do esôfago?
O estômago é transformado em um tubo que substitui o esôfago. Nos primeiros meses as refeições são menores e mais frequentes, e é comum precisar dormir com a cabeceira elevada. Com o tempo, a maioria volta a comer de tudo, em porções moderadas.
O que é acalasia e qual a cirurgia?
É uma doença em que o esfíncter entre o esôfago e o estômago não relaxa, e o alimento fica retido. A cirurgia é a miotomia de Heller por videolaparoscopia, que corta o músculo do esfíncter e resolve a disfagia na grande maioria dos casos.
Quanto tempo de internação a cirurgia de esôfago exige?
Depende do procedimento. Esofagectomia por câncer: 8 a 14 dias, com passagem pela UTI. Miotomia de Heller para acalasia: 1 a 2 dias. Ressecção de divertículo: 2 a 3 dias.
Qual o valor da cirurgia de esôfago?
Varia com a complexidade: uma miotomia por videolaparoscopia e uma esofagectomia com reconstrução têm custos muito diferentes de hospital, UTI e equipe. Nos casos oncológicos e na acalasia há cobertura pelos planos de saúde. O Dr. Thiago atende Unimed e particular e apresenta a estimativa na consulta.
Localização em Goiânia
Órion Business & Health Complex
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